O técnico Carlo Ancelotti sinalizou que pode mudar o sistema de marcação da seleção brasileira para enfrentar o Japão, diante da qualidade japonesa na saída de jogo. A ideia é tornar a pressão mais eficiente contra a saída de bola adversária.
Apesar de ter participação direta em dois dos sete gols da era Ancelotti, a defesa ofensiva da equipe recebeu críticas pelo duelo contra a Escócia, em que espaços apareceram. Os gols contra os escoceses nasceram de erros forçados pela forma de marcação.
O Japão é apontado como adversário complicado nessa área, por possuir saída de bola qualificada. A avaliação é de que a seleção precisa estudar a melhor forma de pressionar para evitar transições perigosas do adversário.
A estratégia pode privilegiar a recuperação de bola em bloco médio e explorar transições rápidas. O foco é manter organização defensiva ao mesmo tempo em que se busca o resultado, sem abrir espaços desnecessários.
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