Em 29 de junho, o Brasil enfrenta o Japão pelas oitavas da Copa do Mundo. A missão dos comandados de Carlo Ancelotti é evitar gols diante de um ataque japonês que não fica sem balançar as redes há nove meses. O jogo ocorre em meio ao formato de mata-mata, no qual cada erro pode custar a classificação.
A última vez que o Japão ficou sem marcar foi na data Fifa de setembro de 2025, quando manteve o placar zerado contra a Inglaterra? Não, foi diante de Estados Unidos por 2 a 0 e contra o México em 0 a 0. Desde então, em 10 jogos, o time asiático marcou em todas as partidas, incluindo os três da Copa.
No Brasil, o retrospecto defensivo vende uma imagem de evolução durante a Copa. No amistoso de outubro, a defesa titular ausente na Copa sofreu três gols numa derrota histórica para o Japão. Entre os desfalques estavam o goleiro Hugo Souza, os zagueiros Beraldo e Fabricio Bruno, além dos laterais Carlos Augusto e Paulo Henrique.
Defesa brasileira em evolução
A defesa tem mostrado engrenagem mais sólida nos dois duelos desde o início da Copa, ainda que tenha sofrido nos últimos amistosos. O setor passou a contar com ajustes, mantendo o equilíbrio entre linha de zaga e o arqueiro Alisson, que vem realizando grandes defesas.
O técnico Ancelotti aposta no equilíbrio entre defesa e o ataque, com Vinícius Jr entre os vice-artilheiros do Mundial. O zagueiro Marquinhos enfatizou que evitar gols aumenta as chances de vitória, destacando o crescimento do time desde as mudanças táticas.
A equipe brasileira já não foi vazada nas últimas duas partidas da competição, após sofrer em cinco confrontos anteriores. Com a recuperação defensiva, a esperança é manter o equilíbrio ao enfrentar um ataque japonês que não passou em branco há nove meses.
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