As seleções usaram praticamente todas as substituições permitidas na fase inicial da Copa 2026. O levantamento foi feito pela Fifa, que divulgará os dados em entrevista do grupo técnico nesta segunda-feira. O objetivo é entender como a convocação ganhou importância ao longo do torneio.
Em média, técnicos de 48 seleções efetivaram 4,77 trocas por jogo, próximo ao teto de cinco por duelo. O número pode subir em casos de concussões, ampliando as possibilidades de alterações táticas ao longo da partida. Iraque, México e Noruega usaram 25 dos 26 jogadores disponíveis.
Pelos menos três times alternaram quase todo o elenco, demonstrando maior rotação e gestão de ativos para fases seguintes. Essa dinâmica reforça que a convocação passou a ter papel-chave na estratégia de cada equipe.
Análise da FIFA
Em termos ofensivos, foram marcados 215 gols na fase de grupos, com média de quase três por partida. A média de finalizações por jogo ficou em 24,6, com cada confronto exigindo cerca de oito arremates para um tento.
A Bélgica foi a equipe que mais finalizou, somando 73 finalizações. A seleção de De Bruyne enfrentou desperdícios contra a Nova Zelândia, e o Panamá ficou sem marcar gols na etapa inicial.
A Espanha liderou em passes por jogo, totalizando 2.191 passes na fase de grupos. O volume médio por partida ficou em aproximadamente 730 passes por duelo, em contraste com uma média de 946,7 passes totais por partida na Copa.
As equipes completaram 68.162 passes na fase de grupos, com média de 946,7 por duelo. A Espanha teve 2.191 passes, sendo 2.013 precisos. Ao todo, foram registradas 2.359 cruzamentos certos, com o Canadá na liderança da estatística, com 117.
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