Vinícius Júnior assumiu o protagonismo da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2026. A mudança ocorre sob a orientação tática de Carlo Ancelotti, que conhece o jogador do Real Madrid e o potencializa para decisões rápidas em campo.
Na primeira fase, Vini Jr. superou críticas anteriores e marcou gols decisivos. Contra Marrocos, Haiti e, especialmente, na estreia, ele desequilibrou com gols e assistências, mantendo o Brasil na rota das partidas eliminatórias.
A evolução passou pela adaptação ao estilo criado por Ancelotti, que o liberou para mais momentos de criação e menos obrigações defensivas. Analistas destacam que essa liberdade ampliou o impacto do camisa 7 na seleção.
O contraste com a época anterior fica evidente: Neymar retornou ao elenco, mas Vini Jr. tornou-se referência ofensiva. Treinadores e comentaristas ressaltam que o técnico italiano montou um sistema que aproveita a decisão do atacante sem sobrecarregar a marcação.
No confronto com o Japão, que avança com estilo tático firme, o Brasil entra como favorito. Em 14 duelos oficiais, o histórico aponta 11 vitórias brasileiras, 2 empates e apenas uma derrota, com 37 gols marcados.
A derrota recente para o Japão em amistoso de 2025 serve como alerta. A equipe nipônica mostrou capacidade de pressão e transições rápidas, exigindo do Brasil atenção redobrada na defesa e precisão no ataque.
Especialistas valorizam a leitura de jogo de Vini Jr. e a capacidade de manter a consistência nas decisões em momentos decisivos. A expectativa é de que o camisa 7 mantenha o nível elevado para o mata-mata.
O Brasil chega com o foco no objetivo de avançar e chegar ao hexa. Enquanto Neymar ganha tempo de retorno, Vini Jr. sustenta o peso da responsabilidade ofensiva, buscando manter a sequência de gols e participação direta em gols.
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