O Senegal foi eliminado da Copa do Mundo após derrota por 3 a 2 para a Bélgica na fase de 32 seleções. Os sul-americanos abriram 2 a 0, mas sofreram virada na prorrogação, com pênalti marcado com auxílio do VAR no fim da partida.
A derrota evidencia um racha interno. O meia Pape Gueye informou, nas redes, que não atuará sob o comando de Pape Bouna Thiaw enquanto a comissão técnica permanecer no cargo.
No duelo, Gueye atuou como titular contra a Bélgica, após ter entrado no segundo tempo diante do Iraque. O episódio ampliou a tensão entre jogadores e direção técnica.
A imprensa senegalesa repercutiu o que classificou como colapso estratégico e falhas de gestão de elenco de Thiaw. O treinador afirmou que algumas opções táticas foram necessárias por cansaço dos atletas.
Thiaw assinou novo contrato antes da Copa, com salários atrasados, mas foi suspenso por ter retirado a equipe de campo na final da Copa Africana de Nações, em janeiro. O período atual o coloca sob pressão por nove meses.
Apoio ao capitão Kalidou Koulibaly pode se encerrar após 105 partidas pela seleção, com a próxima Copa Africana de Nações a um ano. O zagueiro teve atuação irregular nas primeiras partidas da fase de grupos.
A possibilidade de continuidade de Idrissa Gana Gueye depende de resultados judiciais para recuperar o título da CAN, caso o recurso seja favorável. A competição de 2025 ocorrerá com Quênia, Tanzânia e Uganda.
A perspectiva de renovação envolve também Sadio Mané, que tem sido frequentemente relacionado ao retorno à seleção, caso as mudanças administrativas sejam resolvidas. A reportagem utiliza informações da Reuters.
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