O Santos avalia a venda de atletas para quitar uma dívida com o Monaco e suspender o transfer ban imposto pela Fifa. A punição, anunciada na última quarta-feira, aproxima o clube de regularizar pendências financeiras, incluindo salários e direitos de imagem. A dívida com o Monaco soma 2,032 milhões de euros.
No primeiro trimestre de 2026, o clube acumula mais de R$ 1 bilhão em dívidas, e atrasos salariais persistem. Com o bloqueio para registrar jogadores, o Santos tem pouco mais de duas semanas até a abertura da janela de transferências para conseguir recursos. A estratégia envolve liquidar a dívida e manter o elenco estável.
Para alcançar o objetivo, a diretoria estuda negociações que aumentem a receita, incluindo possíveis venda de atletas. Entre os nomes que aparecem na lista estão Luca Meirelles, cobiçado pelo Shakhtar Donetsk, e Souza, avaliado pelo Tottenham, em operações já vistas no passado pelo clube.
Possíveis saídas de atletas
A orientação da diretoria é buscar saídas que gerem caixa sem prejudicar o planejamento esportivo. A equipe já realizou operações de alto valor nas últimas temporadas e pretende manter a linha, desde que haja equilíbrio financeiro. A negociação de jogadores visa, principalmente, quitar o débito com o Monaco.
Cenário financeiro e planejamento para o mercado
O Santos adotará postura mais contida no mercado, priorizando a base e o elenco atual, conforme indicou o executivo Alexandre Mattos. A ideia é evitar contratações sem necessidade, diante das dificuldades financeiras e dos valores vigentes nas negociações do futebol brasileiro. O clube segue atento ao planejamento para regularizar pendências e retomar o registro de atletas assim que possível.
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