O movimento conhecido como ola ou the wave domina estádios desde os anos 1980, e a disputa sobre sua origem envolve os anfitriões da Copa do Mundo de 2026. EUA, Canadá e México apresentam versões diferentes sobre quem o criou e onde ele começou.
Relatos indicam que o Canadá experimentou pela primeira vez a ideia em arenas de hóquei por volta de 1980. A primeira aparição documentada em um evento esportivo de grande público ocorreu em uma partida de beisebol dos Oakland Athletics, na Califórnia. O termo varia entre ola e the wave conforme o país.
Nas décadas seguintes, pesquisadores nos EUA associaram o gesto ao movimento de arquibancada do Seattle Seahawks, no futebol americano. Hoje, a ola é vista como símbolo de celebração em vários esportes, com forte presença no futebol.
Febre no futebol e alcance na Copa 2026
No futebol, a influência é clara: o México popularizou a ola na Copa de 1986, marcando o retorno do gesto como rotina em estádios. O Brasil também adotou a prática, que passou a compor a atmosfera de partidas ao redor do mundo.
A onda pode reunir mais de 70 mil torcedores, criando uma imagem marcante na arquibancada. Estudos indicam que a ola completa três a quatro voltas antes de perder a força. Em esportes como o tênis, costuma atrasar reinícios de pontos por conta do barulho.
Anfitriões em campo de 2026
Nesta edição da Copa, os três países anfitriões viram a ola passar em virtually todos os jogos. Em muitas ocasiões, a pausa para hidratação interrompeu o ritmo, mas o gesto continuou presente em quase todas as partidas. A repercussão evidencia a identificação cultural com o movimento.
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