O desempenho esportivo abriu portas para formação internacional de estudantes do Colégio Amorim. Joaquim Antipou, 17, conquistou bolsa na Hoosac School Soccer, nos Estados Unidos, iniciando uma nova etapa acadêmica e esportiva.
Para o Colégio Amorim, a conquista não é apenas esportiva. O colégio destaca que, no último ano, houve mais de 60 aprovações em universidades brasileiras e várias no exterior, fortalecendo um modelo que integra ensino, esporte e ciência.
Flávia Antipou, mãe de Joaquim, ressalta o papel da escola no apoio à carreira do filho, tanto no Brasil quanto nos EUA. Ela enfatiza a importância dos professores e da orientação recebida durante o processo.
Outra jovem beneficiada é Olívia Monteiro da Silva, 18 anos, aprovada em oito universidades nos EUA, incluindo a University of California. O processo de admissão considerou trajetória escolar, inglês e participação em atividades variadas.
Sílvio Raimundo de Faria, coordenador do Clube de Ciências, explica que candidaturas internacionais exigem mais que notas. Além de desempenho acadêmico, é preciso inglês fluente, projetos extracurriculares e histórico consistente.
Segundo ele, o colégio oferece documentação oficial completa e acompanha as etapas de admissão, atuando como counselor na organização de toda a papelada e comunicação com as universidades.
Outra história destacada é a de Nicoly Amorim Piani, 18, aprovada em primeiro lugar nos cursos de Ciências do Desporto e Jornalismo na Universidade de Coimbra, em Portugal. Ela soma resultados acadêmicos fortes com participação em projetos.
Nicoly afirma que a participação em olimpíadas, projetos e um Enem bem-sucedido foram determinantes para as oportunidades. Ela pontua que a preparação ao longo do ensino básico foi crucial para esse desempenho.
As histórias de Joaquim, Olívia e Nicoly mostram uma tendência: trajetórias bem estruturadas, com esporte, desempenho acadêmico e participação em projetos, podem ampliar portas para universidades no exterior.
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