Matheus Cunha deixou claro que o Brasil avançou na Copa ao abrir mão do protagonismo individual em favor do coletivo. O atacante tem atuado como ponte entre ataque e meio, participando da construção das jogadas e recuando para ligar com o meio de campo.
O camisa 9 também atua no sistema defensivo, inclusive em bolas paradas. Com 1,83 m, ele está entre os destacados da equipe para enfrentar o centroavante Haaland, na próxima fase contra a Noruega. Cunha descreve a função como necessária e natural para o grupo.
Para ele, a disposição dos colegas de deixar de lado o brilho individual quando necessário é essencial. Muitos jogadores vivem o protagonismo nos seus clubes, mas na seleção o foco é o trabalho coletivo, afirma Cunha.
Douglas Santos reforçou a ideia de que o time chegou à disputa pelo hexa valorizando o feijão com arroz: fazer o básico com excelência. O lateral exaltou a preparação para defender a vitória, após nove anos de espera para chegar à vaga.
Cunha soma três gols na Copa, mas ressalta que o foco também está em ajudar com outras ações que contribuam para o desempenho da equipe. A consciência coletiva, segundo ele, ajuda a manter o equilíbrio ofensivo e defensivo.
No treino desta sexta-feira, o grupo dedicou parte da atividade a finalizações e à defesa, sob orientação de Carlo Ancelotti. O técnico enfatizou bolas paradas e a necessidade de organização defensiva, com foco em não sofrer gols nesses lances.
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