A eliminação da Coreia do Sul na fase inicial da Copa do Mundo de 2026 desencadeou uma crise política e institucional no país. O resultado motivou críticas do presidente da República, abertura de investigação sobre a federação nacional e pressão sobre o técnico afastado.
A repercussão vai além do futebol: relatos apontam tensões entre o governo, a federação e a equipe técnica, com pedidos de explicações e apuração de responsabilidades. A investigação ainda não teve desfecho divulgado.
Paralelo histórico: a situação remete ao episódio de 2010, quando a Coreia do Norte sofreu punições após a participação na Copa da África do Sul. Naquele ano, acusou-se sanções contra jogadores e membros da comissão técnica.
Contexto histórico da Coreia do Norte em 2010
Na época, o regime repercutiu o desempenho da seleção com castigos e críticas públicas, segundo relatos da Rádio Free Asia. O técnico Jong Hun Kim teria sido obrigado a trabalhos na construção civil e a equipe teria ficado em posição de sentido diante de autoridades.
A federação norte-coreana negou, à Fifa, qualquer sanção ou retaliação durante a Copa de 2010. Em resposta, a Fifa abriu investigações e solicitou explicações formais sobre o ocorrido na época.
Desdobramentos recentes
O caso atual envolve a avaliação de responsabilidade institucional e a condução de eventuais sanções administrativas. Autoridades e a federação costumam manter posição de que não houve punições ao treinador nem à equipe. As informações oficiais reiteram normalidade nos treinamentos e preparos.
Entre na conversa da comunidade