O goleiro reserva da Austrália entrou na partida aos minutos finais da prorrogação, no confronto com o Egito pela segunda fase da Copa do Mundo. Mathew Ryan substituiu Patrick Beach a two minutos do fim do tempo extra. O objetivo era reforçar a defesa nas cobranças de pênalti, mas ele não conseguiu evitar a derrota.
A disputa teve momentos de tensão antes das cobranças, com a equipe australiana reunida no banco e projetando videoclipes de pênaltis já batidos contra o Levante, time defendido por Ryan. A estratégia visava antecipar as direções dos cobradores egípcios.
Ryan não pegou nenhuma das quatro cobranças do Egito, que garantiram a vitória por 4 a 2. Pelo lado da Austrália, Souttar e Herrington transformaram cobranças em gols, enquanto Beach havia sido elogiado pela atuação na fase de grupos, especialmente na vitória sobre a Turquia, com oito defesas.
A decisão de sacar o titular para a decisão de pênalti tem precedentes no futebol mundial. Em 2022, Redmayne substituiu Ryan na repescagem para a Copa do Mundo, pegando uma cobrança e assegurando a vaga da Austrália. Graham Arnold era o treinador.
Outro paralelo ocorreu em 2014, quando Louis van Gaal trocou Jasper Cillessen por Tim Krul na Holanda, resultando em duas defesas e a classificação à semifinal. A troca de goleiro para pênaltis segue como recurso tático raro, com resultados variados.
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