O Brasil venceu o Japão por 2 a 1, em Houston, nos Estados Unidos, na segunda-feira. Matheus Cunha rebateu atitudes de rivais após a partida, e não admitiu favoritismo para a seleção. A resposta ao gesto de cinco dedos foi notada pela imprensa.
Cunha afirmou que o respeito aos adversários é mútuo, citando Haaland e Scaloni como referências de alto nível. Em entrevista coletiva no The Ridge, a delegação brasileira em Nova Jersey, ele enfatizou a evolução do time na Copa e descartou o peso de ser favorito.
O atacante do Manchester United ressaltou que o time tem apresentado progresso desde o empate com Marrocos. Ele destacou que o Brasil não vive de expectativas, mas de demonstrações em campo. A ideia é manter o ritmo até as oitavas de final.
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Para o duelo contra a Noruega, Paquetá está fora por lesão no músculo posterior da coxa esquerda, ocorrido diante do Japão. Endrick entra na ausência do meia, conforme decisão de Carlo Ancelotti, com opções como Danilo, Martinelli e Neymar.
Cunha explicou que a saída de Paquetá permite adaptações na função. Ele afirmou que pode atuar mais atrás do atacante ou como criador, dependendo do momento da partida, mantendo a confiança no elenco.
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