Na Copa do Mundo de 2026, um colunista relata que Nelson Rodrigues “fala” por sua digitação torta. Ele descreve a interação entre autor morto e texto em tempo real, enquanto a torcida acompanha pela televisão, torcendo pela Seleção.
Na tela, a Bélgica venceu o Senegal por 2 a 0, em abertura de reprise. De Bruyne apareceu pouco; Doku foi sacado; Lukaku ficou no banco. O colunista comenta que a equipe belga parecia cansada, sem mostrar o fôlego da aristocracia.
Com a prorrogação chegando ao fim, o autor relembra a virada contra o Japão. O Brasil venceu nos acréscimos, com Martinelli marcando, em um momento de tensão que trouxe lembranças do histórico “complexo de vira-lata”.
Desdobramentos e outras eliminatórias
A Alemanha foi eliminada nos pênaltis pelo Paraguai, em uma derrota que ficou marcada pela atuação do goleiro paraguaio Orlando Gill. A Holanda também caiu nas penalidades, encerrando a participação com derrota tradicional.
França, pela sua fase dominante, derrotou a Suécia com facilidade. México avançou ao superar o Equador, e os anfitriões seguem na competição. Canadá venceu a África do Sul por 1 a 0, em jogo pragmático, enquanto os EUA mantêm confiança após uma vitória pintada como folgada.
A Noruega venceu a Costa do Marfim e passou a enfrentar a Bélgica na próxima fase, trazendo Haaland ao centro das atenções. O texto encerra lembrando que, no mundo do futebol, a narrativa segue com a Espanha entrando em campo contra a Áustria, sob o olhar de um comentarista que observa a dança tática das equipes.
O autor fecha o relato com a imagem da bola, descrita como mulher caprichosa, que pode punir quem joga sem pecado ou sem paixão, mantendo o tom neutro e observador ao longo de toda a cobertura.
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