Salah continua sendo a peça-chave do Egito, mas passa por sinais de queda física e técnica, segundo avaliação de Bira no Fim de Papo, do Canal UOL. A análise ocorreu após a derrota ou derrota-olhando para a fase de grupos? (continuação) na Copa do Mundo, diante da Austrália na segunda fase.
A comentação aponta que o time tem buscado manter a posse e trabalha bastante em jogadas ensaiadas, principalmente bolas paradas. No entanto, o desempenho de Salah, referência técnica da equipe, demonstrou declínio, com entraves para entrar no ritmo no tempo regulamentar. A prorrogação foi mais produtiva, mas nos 90 minutos o futebol do astro foi tímido.
Aí surge outra pauta: o histórico de árbitro dos Estados Unidos com o Brasil em decisões de Copa. Ana Paula Oliveira aponta que o árbitro norte-americano Ismail Elfath, marroquino que vive nos EUA, tem estilo rigoroso e controle do jogo, o que não favoreceu o Brasil nas últimas disputas em Copas. Em 2022, o Brasil perdeu para Camarões sob sua condução.
Arbítrio e histórico com o Brasil
A crítica vem do passado recente: Elfath apitou o duelo entre Brasil e Camarões na Copa do Qatar e também dirigiu amistoso da equipe brasileira contra a França na preparação. O histórico não é positivo para o Brasil, mas também não houve polêmicas exacerbadas nesse vínculo.
Reação de Gabriel Sá à troca de goleiro da Austrália
Gabriel Sá manifestou indignação com a substituição do goleiro titular da Austrália, sendo a opção estudada com Beach, jovem de 22 anos, e a volta de Ryan. Segundo ele, a troca gerou controvérsia, e o goleiro adversário acertou uma defesa decisiva em pênalti, o que gerou questionamentos sobre a estratégia adotada pelo técnico Popovic.
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