Gabriela Lira, 10 anos, tem chamado a atenção ao analisar a seleção brasileira na Copa do Mundo 2026. A menina, nascida em Campina Grande, assume o papel de comentarista e analista de partidas, com foco na atuação da equipe verde e amarela.
A jovem grava vídeos em casa, onde camisas de clubes convivem com um álbum de figurinhas do Mundial. Ela treina futsal em duas escolinhas e é a única menina dos seus times, atuando como atacante e conquistando medalhas.
Para a segunda rodada do Grupo C, Brasil x Haiti, Gabriela sugeriu ao técnico Carlo Ancelotti a entrada de Matheus Cunha como titular, após ele ter começado o jogo contra o Marrocos. Cunha terminou marcando dois gols contra os haitianos.
— Se você precisa de meio de campo com transições rápidas, há três jogadores que se encaixam: Lucas Paquetá, Bruno Guimarães e Matheus Cunha, que jogou bem no último jogo, estou confiando nele — comentou Gabriela.
O pai da menina, Gilson Lira, apoia a trajetória da filha e vê no futebol um espaço para meninas. Ele destacou a importância de abrir oportunidades para Gabis e outras jovens interessadas pela área.
É comum o pai enfatizar a relevância da participação feminina no esporte, ressaltando que há espaço para quem busca crescer no futebol e na comunicação esportiva.
Gabriela também acompanha todos os jogos do Brasil e sonha em se tornar jogadora e comentarista. Em entrevista à TV Paraíba, a jornalista Sandra Paula questionou sobre o placar de Brasil x Japão; Gabi acertou 2 a 1 a favor da seleção.
Agora, a próxima fase envolve as oitavas de final contra a Noruega. A expectativa é manter o bom momento e seguir firme na busca pelo hexacampeonato da Copa.
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