Brasil e Noruega mantêm rivalidade além do futebol, com disputas históricas em atletismo, handebol e vôlei de praia. O foco desta nota é o que acontece no domingo, às 17h, na Copa do Mundo dos EUA, Canadá e México, onde o Brasil enfrenta a equipe de Haaland pela inédita vitória.
A contenda entre as duas nações envolve atletas de alto nível há anos. Alison dos Santos, o “Piu”, e Karsten Warholm ocupam o topo, com o norueguês conquistando ouro olímpico em Tóquio e prata em Paris, enquanto o brasileiro levou bronze. O cenário, porém, envolve também o circuito Diamond League.
Andrea ao longo de várias edições, Warholm venceu em 2017, 2019 e 2023, enquanto Alison conquistou o título da Diamond League em 2022 e 2024. No circuito, Warholm tem resultados expressivos, com Renato Benjamin entrando na briga em 2023.
Atletismo
No atletismo, Alison e Warholm são figura central, com picos de desempenho que mantêm a disputa acirrada entre Brasil e Noruega.
No vôlei de praia, Anders Mol e Christian Sørum também figuram como referência, especialmente nas etapas realizadas no Brasil. Em Saquarema, a dupla venceu duas vezes consecutivas, em 2025 e 2026, e, em 2024, levou o título em João Pessoa.
Vôlei de praia
Mol e Sørum chegam com protagonismo internacional e boa memória das competições brasileiras.
Entre os nomes que cruzam as trajetórias dos dois países, destaca-se Lucas Pinheiro Braathen, nascido em Oslo, filho de Alessandra Pinheiro e Bjorn Braathen. Até 2024 defendia a Noruega, mas passou a representar o Brasil para os Jogos Olímpicos de Inverno de 2026.
Lucas Pinheiro Braathen
Braathen treina para tornar o Brasil protagonista no ouro olímpico de Inverno, mantendo, ao mesmo tempo, a ligação com a Noruega. A mudança de bandeira reforça a relação esportiva entre os dois países.
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