Patrick Berg, volante de 28 anos, tornou-se o primeiro jogador na história da seleção da Noruega a representar três gerações da mesma família. A trajetória começa com o avô Harald Berg, passa pelo pai Ørjan e chega ao Berg atual, que se firmou no Bodø/Glimt antes de retornar ao clube norueguês.
O retorno ocorreu após Berg quase ter sido vendido ao Lens, da França. A transferência frustrada acabou consolidando sua presença no Bodø/Glimt, time que brilhou na Liga dos Campeões da Europa e levou Berg a defender a seleção em momentos decisivos.
O técnico Ståle Solbakken elogiou Berg pela disciplina, pela leitura tática e pela liderança fora de campo. Segundo o treinador, o jogador oferece liberdade ofensiva a Odegaard e sustenta uma defesa sólida, útil em partidas de alto nível.
Berg nasceu em Bodø, vive no mesmo município e preserva uma rotina discreta com a companheira e as filhas. Familiares ao VG destacam a calma sob pressão e o perfil reservado do atleta, que carrega o legado da dinastia Berg no futebol.
A Noruega, com Berg no elenco, enfrenta o Brasil nas oitavas de final deste campeonato. O jogo está marcado para este domingo, às 17h (horário de Brasília), no estádio de Nova York/Nova Jersey, nos EUA.
- Linhas da dinastia Berg: o avô Harald e o pai Ørjan abriram caminho para o reconhecimento da família no Bodø/Glimt e na seleção. Tios Runar e Arild ampliaram a tradição, consolidando o sobrenome como patrimônio desportivo norueguês.
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