Mbappé segue em alta na Copa do Mundo de 2026, com foco em recordes e no bicampeonato. Em 2018 foi campeão e vice-artilheiro; em 2022 marcou sete gols e chegou à final. Neste ano, o camisa 10 vive a sua melhor fase.
Aos 27 anos, o atacante está no auge físico. Apesar de lesões na temporada, liderou o ataque do Real Madrid e atua como centroavante de mobilidade. Recuperado entre abril e início de maio, chega ao Mundial com mais ritmo e menos cansaço.
Pelo papel de capitão, Mbappé assume a função com apoio da comissão técnica. A relação com o treinador Didier Deschamps tem sido destaque, contribuindo para uma liderança mais madura dentro de campo.
A participação sem a bola também ganhou destaque. Entre desarmes e pressão na saída de jogo, soma sete ações defensivas na competição, ampliando sua importância tática para a França.
Perseguindo recordes, o ataque francês soma seis gols em quatro partidas, em duelo direto com Messi pela artilharia. Ao todo, já tem 18 gols em Mundiais, superando Pelé e Ronaldo pela idade, com ainda mais chances de crescer.
O entrosamento do time ao redor de Mbappé ficou mais evidente. Ao lado de Olise e Dembélé, a França demonstra maior solidez defensiva e maior qualidade na construção da jogada, elevando as opções ofensivas do conjunto.
Evolução física e liderança
A versão atual de Mbappé mistura explosão com movimentação. O desempenho do drible na abertura do placar contra a Suécia ilustra sua capacidade de desequilibrar defesas e abrir caminho para a classificação.
Capitão e dinâmica coletiva
A gestão do grupo e a leitura tática recebem reforço pela função de capitão assumida neste Mundial. A relação com Deschamps aparece como um diferencial dentro do vestiário e dentro de campo.
Impacto coletivo e próximas rodadas
Com uma França mais madura, o time tem mostrado menos erros e mais controle de jogo. A equipe encara as oitavas de final contra o Paraguai, neste sábado, com Mbappé buscando ampliar sua marca e manter a fase vitoriosa.
Entre na conversa da comunidade