Os mascotes da Copa do Mundo criados pela Fifa foram alvo de debates após a apresentação oficial, com elogios a um visual moderno e críticas à falta de carisma em comparação com edições anteriores. A repercussão levou a que um designer brasileiro apresentasse uma releitura dos personagens.
Bruno Bigh, designer brasileiro, lançou uma releitura dos mascotes em resposta às críticas de identidade visual marcante que o projeto oficial recebeu. O trabalho ganhou espaço nas redes sociais, acumulando milhares de interações e comentários.
Segundo o designer, a principal crítica ao design oficial é a ausência de personalidade distinta que identifique a seleção ou o evento. A percepção é de que os mascotes soam genéricos diante de referências anteriores.
Bruno afirmou, em entrevista rápida, que o tema era relevante e ganhou engajamento surpreendente em apenas 48 horas, surpreendendo pela receptividade ao redesenho. O desenvolvedor ressaltou que o interesse superou as expectativas iniciais.
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