Ao longo de quase 13 anos como astro da seleção, Neymar deixou de ser o protagonista único da equipe na Copa do Mundo de 2026. Nesta fase final da carreira, ele aparece como reserva em alguns momentos, mas acumula uma nova função: mentor dos jogadores mais jovens.
O papel de mentor, que já faz parte de narrativas de superação, ganha contornos na seleção brasileira. Neymar passa a orientar, treinar e compartilhar leituras de jogo com o elenco, indo além da função de referência técnica que sempre teve.
Durante a partida contra o Japão, pela fase de mata-mata, o camisa 10 saiu do banco para orientar Rayan e incentivou a equipe a pressionar no ataque. Também participou da comemoração do gol de Casemiro, ao vivo, para manter o grupo motivado.
Jovens aprendem com Neymar
Endrick, aos 19 anos, destaca a relação positiva com o capitão. A interação acontece nos treinos e em conversas sobre postura, leitura de jogo e decisões dentro das quatro linhas. A cada pauta, o grupo ganha com a experiência compartilhada.
Outra liderança importante no grupo, Vinicius Jr acompanha a evolução de Neymar desde a estreia no elenco principal. Vinicius já reconheceu publicamente a influência do camisa 10, especialmente no aprendizado de fundamentos para a profissionalização.
O técnico Carlo Ancelotti também valoriza o comportamento de Neymar junto aos jovens. Em breve, o treinador sinalizou que a experiência e o estudo do jogo agregam ao ambiente e ao desempenho da equipe.
Foco na fase seguinte
Mesmo com a presença de Neymar no banco, o Brasil segue competitivo pela Copa. A seleção enfrenta a Noruega neste domingo, às 17h de Brasília, pelas oitavas de final, na busca por vaga nas próximas fases.
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