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Paris reabre áreas de banho no rio Sena aos pés da Torre Eiffel

Paris reabre áreas de banho gratuitas no rio Sena até o fim de agosto, com salva-vidas, teste de qualidade da água e controle de lotação

O rio Sena foi reaberto para o mergulho em 4 de julho de 2026. Muitos aproveitam da atração já no primeiro dia (foto).
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O rio Sena voltou a ter áreas de banho em Paris neste sábado, 4 de julho de 2026. Três trechos gratuitos e supervisionados reabriram para o verão do hemisfério norte, legado dos Jogos Olímpicos de 2024, oferecendo opção de lazer durante a onda de calor que atinge a capital francesa.

As áreas ficam aos pés da Torre Eiffel e em Bercy, Grenelle e no braço Marie, trecho do Sena atrás da Catedral de Notre-Dame. Banhistas ficaram sob supervisão de salva-vidas com camisetas fluorescentes, e boias amarelas passaram a ser obrigatórias devido à correnteza. O funcionamento vai até o fim de agosto, sem custos.

Além de visitantes locais, turistas também aproveitaram a reabertura. Na margem, famílias tomaram sol e manifestaram entusiasmo com a paisagem, incluindo a presença da Torre Eiffel ao fundo. A infraestrutura permite monitoramento da ocupação por meio de boias de contagem.

Qualidade da água e segurança também entraram na pauta. A avaliação é realizada várias vezes ao dia, com avisos ao público por meio de bandeiras verde, laranja e vermelha. Crianças menores de 14 anos devem estar acompanhadas de um adulto.

Banhistas também podem usar trechos paralelos: o Canal Saint-Martin teve abertura antecipada aos domingos, durante a onda de calor. Já a Villette, no Canal do Ourcq, permite mergulho diário para quem busca opções alternativas de passeio aquático.

Em âmbito de segurança, a imprensa local informou sobre ocorrências registradas na manhã de sábado no Canal Saint-Martin, com a confirmação de um afogado na faixa dos 30 anos. Em 26 de junho, outro caso ocorreu no mesmo canal, fora da área autorizada. As autoridades reforçam cuidado e o cumprimento das normas.

No cenário nacional, a ministra dos Esportes e da Juventude afirmou que o número de mortes por afogamento desde 19 de junho já ultrapassou 90, sinalizando preocupação. A declaração foi feita durante entrevista à rádio RMC. Compete aos órgãos de segurança manter o monitoramento e orientar banhistas.

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