Rotterdam viveu uma história de futebol que leva pessoas à emoção. 25 mil cabo-verdianos moram na cidade; 1.600 deles reuniram-se no Club Annabel para acompanhar a derrota dramática por 3 a 2 contra a Argentina, campeã em 2026.
A festa começou após o empate com a Arábia Saudita que levou Cabo Verde aos oitavos de final. Nas ruas, buzinas, bandeiras e dança marcaram o momento histórico para o país, que disputava o segundo Mundial.
Jeffry Fortes, nascido na cidade, joga na segunda divisão holandesa pelo Den Bosch e acumula mais de 400 jogos. Mesmo afastado, ele expressou orgulho e apoio aos companheiros que fizeram o feito.
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Derrotes e glória na Kenny: a luta pela classificação e o impacto da participação foram o tema entre torcedores no clube. A cidade que chamam de 10ª ilha de Cabo Verde viveu a noite com intensas demonstrações de emoção.
Deroy Duarte marcou o empate, enviando a torcida aos ares, mas Lisandro Martínez voltou a colocar a Argentina na frente. Sidny Lopes Cabral empatou em lance improvável, gerando silêncio e then euforia.
A vibração continuou quando Cabral dedicou o momento à namorada na torcida, enquanto Fortes sumiu na multidão de torcedores azul-salvas. A reação foi de enorme orgulho pela trajetória do país.
Diney Borges recolocou a Argentina na dianteira, provocando frustração no público local. Mesmo assim, Fortes destacou o orgulho da Cabo Verdeanidade, reconhecida pela imprensa internacional.
Jerzy Rocha Livramento, conhecido como Jerr, elogia Fortes e Varela como pilares da geração que levou Cabo Verde aos Mundiais. O grupo manteve vínculo com Cabo Verde e a diáspora, alimentando a esperança de futuro.
Com a margem reduzida e o relógio avançando, a torcida celebrou a presença histórica de Cabo Verde no mata-massa do Mundial. Fortes voltou a enfatizar a importância do momento para o país e para a comunidade.
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