Bangladesh, país que nunca disputou uma Copa do Mundo, vive uma forte ligação com o futebol sul-americano. Dhaka, a capital, transforma-se a cada edição com torcedores que acompanham a Seleção Brasileira com entusiasmo próximo ao das ruas locais.
Essa afinidade tem raízes históricas em 1970, ano do tricampeonato do Brasil. Pelé tornou-se símbolo de identidade nacional, mesmo com a população sem TV. Anos depois, Bangladesh consolidou-se como torcedor do Brasil, que influenciou a educação após a independência.
Divisão entre Brasil e Argentina
A influência argentina chegou com a Copa de 1986, quando Maradona ganhou significado nacional. Hoje, a memória do jogador argentino soma-se à identificação com Messi entre fãs jovens, ampliando a rivalidade com o Brasil.
Os comerciantes de Dhaka indicam uma preferência de 60% por camisas da Argentina e 40% pela seleção brasileira. Gráficos públicos com tabelas da Copa ajudam moradores a acompanhar grupos e fases do torneio.
Ritmo nas ruas e nos estádios locais
As cores verde e amarela convivem com o cotidiano, em paredes e fachadas decoradas por torcedores. Mesmo sem presença da seleção de Bangladesh, a recepção aos jogos do Brasil segue intensa em praças da cidade.
Durante partidas que acontecem de madrugada no fuso local, multidões se reúnem para acompanhar os lances. Em muitas ruas, famílias exibem bandeiras de Brasil e Argentina ao mesmo tempo, mantendo o espírito esportivo entre torcedores rivais.
Entre na conversa da comunidade