O MetLife Stadium, em Nova York, recebe neste domingo a oitava de final entre Brasil e Noruega, pela Copa do Mundo de 2026. A partida define quem avança às quartas. O Brasil entra com vitória por virada sobre o Japão; a Noruega eliminou a Costa do Marfim. O duelo tem mobilizado expectativas e cautela.
A seleção brasileira, comandada por Carlo Ancelotti, atua com posse de bola em torno de 57,8%. O plano é ditar o ritmo e infiltrar pelos lados, abrindo espaço para o trio de meio-campo. Diante de uma linha defensiva adversária, o Brasil busca manter pressão constante.
A Noruega, treinada por Stale Solbakken, aposta na velocidade de transição e na escolha de passes de primeira de Martin Ødegaard. Erling Haaland, com cinco gols no torneio, é o principal alvo brasileiro. A equipe nórdica tem mostrado eficiência ofensiva, mesmo com menor posse de bola.
Desenho tático
O jogo pode depender da leitura do meio-campo brasileiro sem a bola. Se o Brasil atacar de forma organizada, pode reduzir os espaços para Haaland explorar a velocidade ofensiva. Caso a Amarelinha ceda espaços, a defesa pode sofrer contra ataques rápidos da Noruega.
Pontos-chave para o Brasil
Entre os pontos fortes estão a amplitude ofensiva, o drible pelas pontas e a resiliência do grupo. Contudo, a ausência de Lucas Paquetá, lesionado, aumenta a pressão sobre Casemiro e Bruno Guimarães para sustentar a construção.
Pontos-chave para a Noruega
O time destaca o ataque rápido do trio Ødegaard, Nusa e Haaland. Defensivamente, a linha pode apresentar falhas sob pressão alta, especialmente contra equipes com mobilidade de ataque. A estratégia de pressionar a saída de bola pode ser determinante.
O confronto envolve ainda a história recente: o Brasil nunca venceu a Noruega em partidas oficiais de futebol masculino, com dois empates e duas derrotas. A partida em Nova York terá como foco decidir o caminho até as quartas de final.
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