O MetLife Stadium, em New Jersey, recebeu a atenção antes das oitavas de final entre Brasil e Noruega neste domingo. Vinicius Junior criticou o estado do gramado e o calor, que, segundo ele, prejudicam o ritmo de jogo.
O atacante afirmou que a grama seca rápido no segundo tempo, deixando a circulação da bola mais lenta. Mesmo assim, disse que o Brasil precisa se adaptar ao longo da competição e que o campo será compartilhado por todas as equipes.
Quatro dias após, o técnico norueguês Stale Solbakken comentou sobre o gramado no Gillette Stadium, em Boston. Segundo ele, o campo parecia artificial e a superfície perde qualidade com o calor, tornando o jogo mais lento.
Mudança de tema: reação de outros treinadores ao gramado
Foi citado também o técnico francês Didier Deschamps, que reclamou do piso após vitória sobre Senegal, destacando que o campo exigiu esforço adicional. Adrien Rabiot descreveu a superfície como dura e quase artificial.
O duelo em Nova Jersey marca a sétima e penúltima partida do MetLife Stadium neste Mundial. Depois das oitavas, a arena ficará sem jogos por mais de duas semanas e volta apenas em 19 de julho, para a decisão.
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