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Brasil pode planejar futuro sem Neymar, diz Tim Vickery

Especialista afirma que o Brasil precisa pensar no futuro sem Neymar, revisando o meio-campo e as convocações após derrota para a Noruega

Tim Vickery se mudou para o Rio em 1994 e virou especialista em futebol sul-americano.
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Durante a derrota diante da Noruega, Tim Vickery, especialista em futebol sul-americano, analisou o momento da seleção brasileira. O comentarista aponta que a equipe piorou após a entrada de Neymar, que não deveria ter ido à Copa, segundo ele.

Vickery afirmou que o Brasil começou bem o confronto, com mobilidade ofensiva que gerou um pênalti na etapa inicial. O goleiro norueguês foi determinante ao evitar o gol. A Noruega chegou a marcar, mas o lance foi anulado por impedimento.

O histórico de recuos na defesa em espaço aberto foi destacado: Casemiro, exposto, teve dificuldade para recompor a linha. Com a ausência de Lucas Paquetá, o Brasil perdeu created por meio criativo, restando a verticalidade sem elaboração.

Meio-campo: recuo na construção e convocações

O analista ressaltou que o meio-campo brasileiro não manteve o mesmo nível de qualidade, com queda na circulação de bola. Questionou a escolha de reforçar a posição antes da Copa, após a contusão de Wesley, e sugeriu que a seleção precisa repensar a forma de jogar nesse setor.

Ancelotti é elogiado pela carreira, mas a análise recomenda um projeto de longo prazo para o time. Segundo a visão apresentada, o Brasil não pode depender de soluções rápidas tipo Band-Aid, é necessário um planejamento estruturado.

Neymar e o futuro da seleção

Sobre Neymar, o comentarista afirma que ele não deveria ter ido à Copa e que sua participação alterou as dinâmicas da equipe. Neymar marcou pênalti no final, mas sua presença foi associada à perda de características do time. O texto aponta que a seleção pode, a partir de agora, pensar no futuro sem o atacante.

A análise encerra destacando que perder para a Noruega, sem chegar às quartas, exige compreensão e ajustes profundos. Haaland, da Noruega, foi lembrado como referência do adversário e exemplo de impacto individual em copas.

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