O Brasil perdeu um pênalti contra a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. Bruno Guimarães cobrou aos 13 minutos do primeiro tempo, após o árbitro revisar o VAR e confirmar que Matheus Cunha foi derrubado na área. O lance deu continuidade ao jogo sem gols no tempo normal até o 1º tempo.
Com a cobrança falha, o Brasil rompeu um jejum que vinha desde 1986: nunca mais houve erro de pênalti no tempo normal em uma Copa do Mundo após a cobrança de Zico diante da França. A sequência inclui dezenas de gols convertidos, até este revés incomum.
Antes de Zico, outros erros no tempo normal foram registrados no passado remoto do futebol brasileiro, em 1934 com Waldemar de Brito e 1938 com Patesko, ainda que o contexto tenha divergido das fases finais modernas. O histórico ressalta a raridade desse tipo de falha em Copas.
Ao longo da história recente, apenas cobradores como Raí (1994), Ronaldo (1998), Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho (2002), Neymar (2014) e Neymar novamente (2022) obtiveram acertos em cobranças decisivas fora de disputas de prorrogação. O episódio de 2026 marca uma exceção na série de acertos nacionais.
Entre na conversa da comunidade