O anúncio de que Neymar teve um papel decisivo na derrota do Brasil para a Noruega, nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, subiu ao topo da pauta no debate esportivo. Em um programa do Canal UOL, Walter Casagrande classificou o comportamento do jogador como a cereja podre de um bolo azedo, em referência ao momento crítico da seleção.
A declaração ocorreu durante o programa Posse de Bola, após a equipe brasileira apresentar falhas como baixa posse de bola e chances desperdiçadas, além de críticas às escolhas de Carlo Ancelotti para o jogo. A conversa destacou a percepção de que o rendimento fora de campo influenciou o resultado em campo.
Análise de especialistas
Casagrande afirmou permanecer sob críticas desde 2017 por apontar problemas de conduta de Neymar e sugeriu que o atacante passou a ser uma referência negativa para fãs e seguidores, associando a figura a impactos negativos na juventude. A visão é de que Neymar deixou de representar apenas um ídolo para se tornar uma referência controversa.
Juca Kfouri foi ainda mais direto, dizendo que Neymar não nasceu para ser ídolo de ninguém e atribuiu a responsabilidade pelo desempenho a ausência de atuação eficaz do jogador na reta final da partida, ao critério de substituições do técnico. A opinião mencionou que a decisão de tê-lo em campo nos minutos finais não funcionou.
Danilo Lavieri pontuou que a eliminação teve múltiplas causas e enumerou erros visíveis no confronto, como oportunidades perdidas e substituições que teriam deixado o time brasileiro desorientado. O comentarista destacou que o conjunto, de modo geral, ficou sem rumo após as mudanças realizadas.
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