O Brasil foi eliminado nesta sexta-feira pela Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo, por 2 a 1, em Nova Jersey. O jogo contou com decisões táticas de Carlo Ancelotti, que não surtiram efeito na atuação da equipe.
As mudanças promovidas pelo técnico italiano incluíram a entrada de Neymar, a substituição de Martinelli por Paquetá e a participação de Endrick apenas no segundo tempo. Bruno Guimarães cobrou pênalti aos 10 minutos, após revisão no VAR.
Bruno desperdiçou a cobrança em pleno confronto direto, mantendo o placar em 0 a 0. Ainda no primeiro tempo, o Brasil criou oportunidades, mas não as aproveitou, abrindo espaço para a reação adversária.
No segundo tempo, Endrick entrou aos 12 minutos, perdeu chance clara de gol. Aos 20, Neymar e Danilo entraram, enquanto Ederson estreou na Copa. A Noruega aproveitou as brechas e marcou dois gols, com Haaland em noite decisiva.
Após o revés, o Brasil acentuou o jejum de títulos em Copas, ampliando o histórico de derrotas para seleções europeias médias. O contrato de Ancelotti permanece válido, mas a performance reacende a análise de elencos e estratégias.
Desdobramentos táticos
A imprensa local aponta que as mudanças não consolidaram estrutura ofensiva. O Brasil passou a sofrer mais com transições da Noruega, que abriu vantagem com dois gols no segundo tempo.
Olhares para o futuro
Resta saber como a seleção fará ajustes para as próximas competições, levando em conta a idade de peças-chave e a necessidade de equilíbrio entre ataque e defesa.
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