O Paraguai não podia “estender um tapete vermelho” para a França e precisou usar as armas que tinha para competir na Copa do Mundo, avaliou Luiza Oliveira no Posse de Bola, do Canal UOL. A comentarista reconheceu excessos que passavam do limite, mas disse que o debate exagerou ao tratar o Paraguai como violento ou desleal.
Ela apontou que, do campo, havia torcida conectada ao time, com celebração a cada bola afastada, e que a França também entrou no clima de provocação, caracterizando o que chamou de jogo mental. Segundo Oliveira, esse aspecto faz parte do confronto entre equipes de salários e estilos diferentes.
Reação divergente
Arnaldo Ribeiro discordou, dizendo que o Paraguai poderia ter se defendido sem recorrer a expedientes como cera, entradas violentas e práticas antidesportivas. O comentarista citou seleções consideradas mais frágeis que teriam competido sem antifutebol, defendendo que é possível se defender sem recorrer ao antijogo.
Sobre a cobertura e programação
Durante a cobertura da Copa do Mundo de 2026, o Posse de Bola vai ao ar diariamente às 8h30. Quando o Brasil jogar, haverá uma edição extra após as partidas. Também há edições especiais do Fim de Papo e do UOL News Esporte após os jogos das principais seleções.
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