Djed Spence, jogador da Inglaterra, pode chamar atenção ao entrar em campo mascarado na partida contra o México. A proteção faz parte de uma fratura na mandíbula, que não exigiu cirurgia e permitiu o retorno com a máscara. A decisão foi tomada com autorização médica.
Essa não é a única situação de uso de máscara na temporada. Luka Modrić, da Croácia, iniciou o uso após cirurgia realizada em abril, decorrente de uma fratura no zigomático em choque com Manuel Locatelli. Ele voltou aos treinamentos e retomou as partidas usando o equipamento.
Luca Zidane, filho de Zinedine Zidane e goleiro da Argélia, também jogou com máscara. O camisa 1 sofreu fratura no rosto no fim de abril pelo Granada, equipe da segunda divisão espanhola, e precisou de cirurgia. Recuperou-se com o uso da proteção.
Como funcionam as máscaras
Feitas de materiais leves, como fibra de carbono ou termoplásticos, as máscaras são acolchoadas internamente e moldadas para cada jogador. Servem para mitigar impactos e acelerar a volta ao campo após lesões faciais.
Especialistas apontam que o objetivo é proteger áreas fragilizadas, como nariz e osso zigomático, além de suportar cirurgias recentes. A ferramenta não elimina o choque, mas distribui a energia do impacto pela máscara, reduzindo danos à região lesionada.
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