A seleção brasileira tem uma música de assinatura para os estádios da Copa do Mundo, escolhida pela CBF. Além disso, cada país recebe trilhas próprias para aquecer o público, anunciar escalações e celebrar gols, tudo em playlists coordenadas com a Federação Internacional de Futebol.
As playlists, que envolvem mais de 750 músicas segundo a Fifa, combinam clássicos de estádio com faixas favoritas de cada país. As escolhas variam conforme o momento no torneio, as reações dos torcedores e a tradição musical de cada nação.
Música de assinatura, aquecimento e gol
Para cada país há uma música de assinatura quando a escalação é anunciada, uma faixa de aquecimento e outra para marcar gols. O objetivo é criar identificação entre torcida, time e cenário do jogo, com repertório reconhecível e empolgante.
Caso Brasil e exemplos internacionais
No Brasil, a música escolhida é Bate no Peito, com produção de Papatinho e participação de Ludmilla, João Gomes, Zeca Pagodinho, Samuel Rosa e Veigh. Torcedores já associam o tema a comemorações e ao ritual de cada partida.
Panorama internacional
Entre as escolhas globais, constam canções como Seven Nation Army, Thunderstruck e Freed from Desire, que se tornaram referência em estádios há anos. Além disso, cada país pode adaptar o repertório conforme seu momento na competição.
Atualizações ao longo do torneio
Algumas seleções ajustam as músicas durante a Copa para manter a identificação com a torcida. O objetivo é manter o efeito emocional ligado aos eventos do jogo, fortalecendo a conexão entre música, time e torcedores.
Contexto da Copa de 2026
A edição atual significa a primeira em que 48 seleções participam, ampliando a diversidade de estilos musicais presentes nos estádios. A diversidade sonora reflete a variedade cultural das equipes que disputam o torneio.
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