O ex-presidente dos EUA, Donald Trump, ligou para Gianni Infantino, presidente da FIFA, em 1º de julho para pedir que o comitê revise a suspensão do atacante Folarin Balogun, da seleção masculina dos Estados Unidos.
Balogun foi expulso e suspenso por um jogo na Copa do Mundo, após pisar no tornozelo de um adversário. A decisão gerou críticas por considerá-la excessiva e motivou o contato com a FIFA.
A suspensão foi revertida em 5 de julho, segundo fontes familiarizadas com o caso. A FIFA informou apenas que aplicou as regras disciplinares, sem detalhar a atuação de terceiros.
Reação e impactos
A liberação de Balogun, artilheiro do USMNT, chegou a tempo de disputar as oitavas de final contra a Bélgica em Seattle, marcada para 6 de julho. A decisão facilita o ataque americano.
Trump registrou agradecimento à FIFA em Truth Social pela reversão, afirmando ter ajudado a corrigir uma injustiça. A relação entre Trump e Infantino, visto como amistosa, já contou com encontros no White House.
A FIFA explicou que, conforme o Código Disciplinar, pode suspender total ou parcialmente a sanção sob uma fase probatória de um ano. Caso haja nova infração, a suspensão pode ser revogada e a sanção reativada.
A entidade não comentou de forma específica o papel da Casa Branca na decisão. A notícia sobre o telefonema foi publicada pelo New York Times, com base em relatos de fontes próximas ao assunto.
Balogun, que lidera a artilharia da seleção, permanece sujeito, durante o período de prova, às regras de disciplina da FIFA. A próxima partida decisiva segue no cronograma do torneio.
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