Bruno Guimarães teve participação decisiva na derrota do Brasil para a Noruega por 2 a 1, na eliminação do Mundial. O volante recebeu a cobrança de pênalti ainda no primeiro tempo, mas acabou defendida pelo goleiro Nyland, após revisão do VAR. O lance ocorreu aos 13 minutos da etapa inicial.
O Brasil abriu espaço para críticas nas redes sociais após o erro, que tirou a equipe de uma fase de mata-mata. Bruno assumiu a responsabilidade pela cobrança, que não alcançou o objetivo de colocar a seleção na dianteira do placar.
Antes da derrota, o jogador vinha em boa fase na competição. Na estreia contra o Marrocos, contribuiu com a assistência do empate de Vinícius Júnior. Contra o Haiti, mostrou atuação destacada com participação ofensiva e marcação intensa.
Desempenho ao longo da Copa
Bruno Guimarães soma quatro assistências no Mundial, igualando marca de Zico desde o Mundial de 1982. O volante liderou ações ofensivas com passes que facilitaram finalizações de companheiros, mantendo o Brasil entre as equipes com maior produção de passes para gols.
Durante a campanha, o jogador também chamou atenção pela movimentação sem a bola, ajudando na construção de jogadas e na sustentação da pressão do time nos momentos de ataque. O desempenho o havia consolidado como um dos destaques da seleção antes da fase eliminatória.
Pênalti e repercussão
A cobrança mal sucedida no primeiro tempo gerou debates entre torcedores e comentaristas sobre a escolha do cobrador. O episódio, diferente do desempenho anterior no Mundial, ficou marcado pela eliminação e serviu para intensificar críticas ao momento da equipe na competição.
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