Romário cobrou atuação da seleção brasileira após a derrota para a Noruega na Copa do Mundo, em 5 de julho de 2026. O embaixador do futebol criticou a falta de mentalidade de decisão durante o encontro, disputado em território adversário.
O ex-jogador afirmou que a Noruega dominou a partida desde o apito inicial, mesmo antes de Haaland abrir o placar. Segundo ele, a posse de bola dos noruegueses não era muito perigosa, mas o Brasil permitiu o domínio desde o começo.
Romário avaliou que o Brasil chegou a criar oportunidades e houve melhoria pontual, mas não sustentou o ritmo. A área ofensiva foi considerada insuficiente e o comentário foi de que o desempenho ficou aquém do esperado.
Haaland foi apontado como o principal diferencial da equipe europeia, segundo o comentarista. O ex-jogador destacou que o atacante teve as chances e aproveitou duas oportunidades, ressaltando que o Brasil não tem um jogador com esse perfil.
Críticas à atuação da equipe
Romário disse que, no conjunto, o time não demonstrou senso de jogo decisivo. Em suas palavras, o futebol apresentado foi considerado lamentável e, na visão dele, digno de eliminação precoce.
O ex-jogador também destacou que a atuação foi marcada pela dificuldade de manter o ritmo, com o time abrindo espaço para a Noruega crescer no segundo tempo. A avaliação é de que houve queda de desempenho após os ajustes táticos.
Renovação do comando técnico
Em outra frente, Romário criticou a renovação antecipada do contrato de Carlo Ancelotti antes do Mundial. Segundo o ex-jogador, não renovaria o acordo antes de o torneio terminar, caso estivesse na posição da direção da CBF.
Ele também afirmou não ter entendido algumas mudanças feitas pelo técnico durante o jogo, como a saída de Bruno Guimarães, sugerindo que o treinador pode ter sentido pressão ou desvio com o pênalti perdido.
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