A Uefa criticou a decisão da Fifa de suspender a punição imposta a Folarin Balogun, atacante dos EUA, expulso no duelo contra a Bósnia. A medida foi mantida apenas como período probatório. A decisão ocorreu após a revisão do caso pela entidade máxima do futebol mundial. A expulsão ocorreu na fase de 16 avos de final da Copa do Mundo.
Balogun foi expulso por pisar o tornozelo do adversário Tarik Muharemovic durante a vitória dos EUA sobre a Bósnia. A revisão do VAR abriu espaço para a punição inicial, mas a Fifa decidiu manter a expulsão suspensa temporariamente. O caso ganhou notoriedade internacional.
A decisão da Fifa foi tomada depois de Donald Trump ligar para Gianni Infantino pedindo a revisão do cartão. O presidente americano alegou que a decisão violava a integridade do esporte. O episódio gerou controvérsia sobre o processo disciplinar.
A Uefa manifestou incredulidade com a medida, qualificando-a como inédita, incompreensível e injustificável. Em comunicado, a entidade disse que a integridade das regras fica em risco quando a garantia das normas é duvidosa.
A Fifa não comentou oficialmente o conteúdo da ligação ou a motivação da suspensão, e não houve resposta até o fechamento desta matéria. A comunicação oficial não detalhou o procedimento adotado no período probatório.
A RBFA, ligada à seleção da Bélgica, reagiu de forma contundente, afirmando estar estarrecida com a decisão. A imprensa informou que a associação pode recorrer à Fifa para contestar a decisão.
O jornal The Athletic reportou que a RBFA enviou carta à Fifa para formalizar o recurso. O desfecho do caso ainda depende de novas decisões da entidade máxima do futebol. Balogun segue como artilheiro dos EUA no torneio.
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