- A Copa do Mundo de 2026 deve atrair cerca de 6 bilhões de pessoas e gerar US$ 41 bilhões para a economia global, segundo estudo do banco suíço UBS.
- O torneio será disputado entre 11 de junho e 19 de julho, nos Estados Unidos, México e Canadá, e terá 48 seleções participantes pela primeira vez.
- O UBS aponta que a indústria do futebol ficou mais institucionalizada, diversificada e atrativa para investimentos; as 20 maiores equipes faturaram 12,4 bilhões de euros na temporada 2024/25, alta de 11%.
- O modelo de propriedade dos clubes está mudando, com maior participação de investidores institucionais e estruturas financeiras mais sofisticadas.
- Além da audiência, o estudo estima impacto de US$ 41 bilhões no PIB global.
A Copa do Mundo de 2026 deve reunir cerca de 6 bilhões de espectadores e gerar aproximadamente US$ 41 bilhões em impacto econômico global. O torneio começa em 11 de junho, nos Estados Unidos, México e Canadá, com 48 seleções participantes.
O estudo é da divisão de gestão de fortunas do UBS e analisa a indústria do futebol, que estaria mais institucionalizada, diversificada e atrativa para investidores.
Os 20 clubes com maior faturamento do mundo acumularam 12,4 bilhões de euros na temporada 2024/25, alta de 11% frente ao ciclo anterior, segundo o UBS.
O relatório aponta transformação no modelo de propriedade dos clubes, com maior participação de investidores institucionais, fundos e estruturas financeiras sofisticadas.
Além da audiência, a UBS projeta impacto significativo no PIB global, estimado em US$ 41 bilhões, devido a cadeia de eventos ao redor da Copa.
Cenário econômico e investimentos
O estudo indica que a exploração comercial do futebol agrega valor para ligas, clubes e patrocinadores, ampliando fluxos financeiros e oportunidades de investimento.
A análise destaca que a popularidade do torneio pode facilitar operações de mercados e parcerias entre clubes, empresas e plataformas digitais, ampliando o alcance global.
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