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Prefeito de Nova York entra em polêmica e diz que Egito foi “roubado” contra a Argentina

Zohran Mamdani criticou a arbitragem do jogo das oitavas da Copa e afirmou que usaria o tempo livre para rever os lances da derrota egípcia

Foto: Creative Commons

A polêmica sobre a arbitragem de Argentina 3 x 2 Egito ganhou um novo personagem. O prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, afirmou que a seleção egípcia foi “roubada” no duelo das oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. A declaração ocorreu na quarta-feira (8), durante a apresentação de um plano para melhorar […]

A polêmica sobre a arbitragem de Argentina 3 x 2 Egito ganhou um novo personagem. O prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, afirmou que a seleção egípcia foi “roubada” no duelo das oitavas de final da Copa do Mundo de 2026.

A declaração ocorreu na quarta-feira (8), durante a apresentação de um plano para melhorar o transporte por ônibus em Nova York.

“Assistiria ao Egito sendo roubado de novo”

Durante o evento, uma jornalista perguntou ao prefeito como ele aproveitaria os seis minutos diários que os passageiros poderiam economizar com as mudanças no sistema de ônibus.

Mamdani levou a resposta para a Copa do Mundo.

“Eu provavelmente ficaria assistindo aos replays do Egito sendo roubado ontem, de novo e de novo”, afirmou o prefeito.

O político voltou ao tema minutos depois, ao listar exemplos de como os moradores poderiam aproveitar o tempo economizado. Entre momentos com a família e a possibilidade de chegar mais cedo em casa, Mamdani citou “concordar com os amigos que o Egito foi roubado”.

Polêmica cresceu após virada da Argentina

O Egito abriu 2 a 0 contra a Argentina, mas sofreu a virada e foi eliminado por 3 a 2. A equipe de Lionel Scaloni marcou o gol da classificação nos acréscimos, com Enzo Fernández.

Dois lances se tornaram o centro das reclamações egípcias. Um gol de Mostafa Zico foi anulado após intervenção do VAR por uma falta na origem da jogada. Já nos minutos finais, os jogadores do Egito pediram uma infração sobre Mohamed Salah antes do ataque que terminou no gol argentino.

A Federação Egípcia de Futebol questionou publicamente a consistência e a justiça das decisões. O técnico Hossam Hassan também levantou suspeitas sobre uma possível pressão para manter a Argentina na Copa.

Fifa rejeita acusações de favorecimento

Pierluigi Collina, chefe de arbitragem da Fifa, rejeitou as acusações de parcialidade e defendeu as decisões tomadas durante Argentina x Egito.

Segundo Collina, o VAR identificou corretamente uma falta de Marwan Attia sobre Lisandro Martínez na jogada do gol anulado. No lance envolvendo Salah e Julián Álvarez, árbitro e VAR entenderam que houve um contato normal de jogo.

A Fifa afirma que a equipe de arbitragem atuou de forma independente e nega qualquer influência externa sobre as decisões.

As explicações, porém, não encerraram a discussão. Depois da federação e dos jogadores egípcios, a entrada do prefeito de uma das principais cidades-sede da Copa ampliou ainda mais a repercussão de uma das maiores polêmicas de arbitragem do Mundial.

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