A Copa do Mundo de 2026 entra para a história antes mesmo de conhecer seus finalistas. Com as classificações de Argentina e Inglaterra neste sábado (11), as semifinais do torneio reunirão, pela primeira vez, as quatro melhores seleções do planeta segundo o ranking da Fifa: França (1ª) x Espanha (3ª) de um lado, Argentina (2ª) […]
A Copa do Mundo de 2026 entra para a história antes mesmo de conhecer seus finalistas. Com as classificações de Argentina e Inglaterra neste sábado (11), as semifinais do torneio reunirão, pela primeira vez, as quatro melhores seleções do planeta segundo o ranking da Fifa: França (1ª) x Espanha (3ª) de um lado, Argentina (2ª) x Inglaterra (4ª) do outro, completando o quarteto de elite.
Nunca antes o mata-mata final de um Mundial havia colocado frente a frente o topo absoluto da classificação mundial. Até hoje, o mais próximo que se chegou disso foi na África do Sul, em 2010, mas ainda assim de forma incompleta e precoce: a Espanha (2ª) enfrentou Portugal (3º) nas oitavas, e a Holanda (4ª) encarou o Brasil (1º) nas quartas. Os quatro melhores se cruzaram, mas nunca todos vivos entre os quatro últimos.
O feito também representa uma vitória do planejamento da Fifa. O chamado “chaveamento protegido”, desenhado antes do sorteio justamente para evitar cruzamentos precoces entre as potências, funcionou à perfeição e entregou, no papel, as melhores semifinais possíveis da história das Copas do Mundo. Resta saber se o futebol, que raramente respeita rankings, vai confirmar a lógica até a final do dia 19, no MetLife Stadium.
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