A Espanha não levantou apenas a taça de campeã da Copa do Mundo neste domingo (19). Três dos principais nomes da Fúria também levaram troféus individuais: o zagueiro Pau Cubarsí foi eleito o destaque jovem, Unai Simón faturou o prêmio de melhor goleiro e Rodri foi nomeado o melhor jogador do torneio. A eleição de […]
A Espanha não levantou apenas a taça de campeã da Copa do Mundo neste domingo (19). Três dos principais nomes da Fúria também levaram troféus individuais: o zagueiro Pau Cubarsí foi eleito o destaque jovem, Unai Simón faturou o prêmio de melhor goleiro e Rodri foi nomeado o melhor jogador do torneio.
A eleição de Rodri coroa o cérebro da campanha espanhola. Líder absoluto em passes na Copa, o volante do Manchester City foi o maestro do estilo de posse e controle que sufocou os adversários até a final, na qual a Espanha não deixou a Argentina dar um chute sequer nos 90 minutos. O prêmio se soma à Bola de Ouro conquistada pelo jogador em 2024 e consolida sua posição entre os maiores meio-campistas de sua geração.
Unai Simón, que sofreu apenas um gol, levou a Luva de Ouro como goleiro da defesa menos vazada do Mundial. Já Cubarsí, aos 19 anos, confirmou o status da nova geração espanhola: segundo jogador com mais passes do Mundial, o zagueiro do Barcelona uniu precisão técnica e maturidade rara para a idade.
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O domínio espanhol na premiação individual reflete o que se viu em campo: um time coletivo, sem dependência de um único astro, em que o protagonismo se distribuiu do gol ao ataque. A Bota de Ouro, único grande prêmio que escapou, ficou com Kylian Mbappé, artilheiro do torneio com dez gols pela França, terceira colocada.
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