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WNBA investiga alegações de racismo contra Angel Reese durante partida da liga

WNBA investiga alegações de racismo contra Angel Reese em jogo entre Chicago Sky e Indiana Fever, reforçando compromisso com ambiente seguro.

TENSÃO - Momento de disputa intensa na partida: Clark comete uma falta em Reese ao acertar seu braço (Foto: Gregory Shamus/Getty Images)

TENSÃO - Momento de disputa intensa na partida: Clark comete uma falta em Reese ao acertar seu braço (Foto: Gregory Shamus/Getty Images)

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A WNBA (Women's National Basketball Association) anunciou uma investigação sobre alegações de comentários racistas direcionados à jogadora Angel Reese durante a partida entre Chicago Sky e Indiana Fever, realizada no último sábado, 17. A liga enfatizou que "o ódio e a discriminação não têm lugar em nossa liga ou na sociedade".

O incidente ocorreu durante o terceiro quarto do jogo, quando Reese, após uma falta cometida pela jogadora do Fever, Caitlin Clark, tentou confrontá-la. A falta de Clark foi elevada para uma falta flagrante tipo 1, e ambas as jogadoras receberam faltas técnicas. O presidente do Chicago Sky, Adam Fox, declarou que o clube apoia a investigação e se compromete a proteger suas atletas.

O Indiana Fever também se manifestou, afirmando que está colaborando com a WNBA para garantir um ambiente seguro para todas as jogadoras. Mel Raines, CEO da Pacers Sports & Entertainment, que administra o Fever, reiterou o compromisso da equipe em proporcionar um espaço seguro durante os jogos.

A WNBA lançou a campanha "No Space for Hate" para combater o racismo e promover o respeito no basquete feminino. O Sindicato das Jogadoras (WNBPA) expressou apoio à investigação, classificando os comentários racistas como "absolutamente inaceitáveis". A liga pretende implementar medidas que incluem tecnologia para identificar linguagem de ódio, aumentar a segurança nas arenas e oferecer mais recursos de saúde mental para as jogadoras.

O jogo terminou com a vitória do Indiana Fever por 93 a 58, mas o foco agora está na investigação das alegações de discriminação. A WNBA busca garantir que suas arenas e plataformas sociais sejam "preenchidas com energia e fandom – não com ódio e vitriol", conforme declarado pela comissária Cathy Engelbert.

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