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Saga da Bienal dos EUA em Veneza e arte islâmica queer em Oslo

Alma Allen é confirmada como artista dos EUA na Bienal de Veneza, com debates sobre seleção, curadoria e representação nacional

Kasra Jalilipour's The Dance (2022), part of the exhibition Deviant Ornaments. © Kasra Jalilipour
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O governo norte-americano confirmou a seleção do artista Alma Allen para representar os EUA na próxima Bienal de Veneza. A decisão chega após um atraso no processo de candidatura e a anulação de uma comissão inicial. A pauta envolve questões de representatividade e organização nacional.

Alma Allen, natural de Utah e atuante no México, substitui o atraso anterior na escolha. O anúncio acentua a importância de uma comissão curatorial estável para definir a participação dos EUA no evento, buscando clareza sobre a identidade nacional expressa na mostra.

No âmbito das exposições associadas, destaque para a obra wintercount_215_kisepîsim (2022) do artista Cree Duane Linklater. A peça, criada com canvas reciclado de tipis, aborda as mortes de jovens das Primeiras Nações ligadas ao sistema de escolas residenciais no Canadá. Faz parte da mostra Winter Count: Embracing the Cold, no National Gallery of Canada, em Ottawa.

A curadoria dessas atividades também será tema de discussão. Os curadores Wahsontiio Cross e Jocelyn Piirainen_ estão entre os quatro responsáveis pela mostra, ampliando o debate sobre como decisões curatoriais moldam a representação de um país.

Ainda em evidência, a exposição Deviant Ornaments fica em Oslo, no National Museum of Norway. O foco é a interseção entre a arte islâmica ao longo de mil anos e a temática da queerness, com participação de Noor Bhangu, curadora da mostra.

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