Um grupo de direitos humanos apresentou à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (IACHR), órgão da Organização dos Estados Americanos, uma queixa sobre a morte de Alejandro Carranza Medina. O documento sustenta que o cidadão colombiano foi morto em bombardeio americano ocorrido em 15 de setembro de 2025. A petição foi entregue em Washington, DC, por meio do advogado Dan Kovalik, com base em relatos de imprensa e fontes públicas.
Segundo a denúncia, o ataque ocorreu no Caribe, perto da costa da Colômbia, e resultou na morte de Carranza Medina, identificado pela família como pescador. A queixa afirma que o ataque foi ordens de autoridades norte-americanas e cita o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, como responsável pelas ações. A matéria também sustenta que o presidente Donald Trump ratificou o comportamento descrito no documento.
Contexto dos ataques e resposta oficial
A queixa insere o caso no conjunto de ataques divulgados pelos EUA contra barcos supostamente ligados ao tráfico de drogas, contados como parte de uma campanha que, segundo o governo, utiliza uma interpretação legal nova. O governo dos EUA informou publicamente 21 ataques, sem detalhar os alvos ou as identidades envolvidas. A Casa Branca não respondeu diretamente às perguntas sobre o caso, mas avaliou que a cobertura midiática serve de amparo a traficantes. A IACHR, por sua vez, atua na promoção e proteção de direitos humanos na região.
Entre na conversa da comunidade