O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reuniu seu Gabinete nesta terça-feira para a terceira sessão de avaliação do ano. A reunião, a nona desde que reassumiu o poder, teve duração superior a duas horas e meia e contou com uma amostra de respaldo dos participantes.
Trump chamou atenção para possíveis ataques terrestres contra narcotraficantes na Venezuela, sinalizando uma ofensiva próxima caso a decisão seja tomada. Também houve a confirmação de um segundo ataque contra uma embarcação de narcoatividade no Caribe, com a morte de dois sobreviventes no desfecho do episódio.
O secretário de Defesa, Pete Hegseth, defendeu a atuação de forças militares e confirmou apoio à operação em curso. A Casa Branca informou a realização do segundo ataque, que elevou o total de mortos em uma sequência de ações no Caribe. A imprensa reportou detalhes sobre participação de comandantes e decisões tomadas durante a operação.
Hegseth afirmou que as ações visaram reduzir o tráfico e evitar novas ameaças, embora não tenha apresentado dados que sustentem parte das alegações associadas às reduções alegadas na circulação de drogas. O almirante Frank Bradley ficou à frente do comando envolvido e, segundo a defesa, a decisão de prosseguir foi tomada com respaldo institucional.
A reunião também abordou a política econômica, com Trump defendendo medidas de corte de custos e aranceles. O presidente ressaltou avanços na segurança interna, citando a atuação de forças de apoio à ordem pública. Em paralelo, Trump destacou a saúde de sua gestão e contrastou com o governo anterior, sem apresentar dados verificáveis no tema.
Ao longo do encontro, o mandatário enfatizou conquistas administrativas e o status de segurança nacional, reforçando a narrativa de liderança eficaz. Comentários sobre a vida política e a gestão do Gabinete foram acompanhados por intervenções de aliados que defenderam o desempenho do governo.
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