A Copa do Mundo de 2026, realizada pela joint venture Canadá-EUA-México, segue gerando debates sobre logística, vistos e patrocínios. Gianni Infantino aproxima-se de Donald Trump, com o presidente dos EUA tendo participação direta na organização. O sorteio dos grupos ocorre hoje em Washington.
O foco é a proximidade entre Infantino e Trump, com o anfitrião americano no centro das atenções. A cerimônia de sorteio acontece no Kennedy Center, em Washington, e a Fifa discute facilidades de visto, entradas e segurança para o evento. A relação entre as partes é vista como estratégica pela entidade.
Proximidade e controvérsias
Analistas veem a parceria Infantino-Trump como tentativa de fortalecer a Fifa nos EUA e ampliar ganhos econômicos do torneio. Também há críticas à neutralidade da federação e às decisões da administração americana em torno da Copa. O Senado investiga contratos ligados ao centro de Washington.
Implicações políticas e institucionais
A possibilidade de Trump receber o Prêmio da Paz da Fifa gerou controvérsia interna e externa. A Fifa não confirmou nomes dos indicados. A presidente do México, Claudia Sheinbaum, participa do sorteio e afastou a ideia de intervenção externa. O Primeiro-Ministro do Canadá também comparece ao evento.
Contexto financeiro e logístico
A meta de lucro para a Fifa com a Copa 2026 é de 11 bilhões de dólares, com venda de ingressos estimada em 5,8 milhões. Até o momento, o público vendido fica abaixo de 2 milhões. Além disso, debatedos discutem impactos de vistos, imigração e segurança para torcedores.
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