O ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair foi retirado de uma possível função na chamada “board of peace” de Donald Trump para a operação de Gaza, após objeções de países árabes e muçulmanos. A informação, publicada pelo Financial Times, aponta que Blair não ocupará mais o cargo chave na autoridade de transição.
Segundo a reportagem, Blair vinha atraindo apoio para uma posição de destaque na administração interina de Gaza, com participação do Tony Blair Institute for Global Change e de Jason Kushner, filho do presidente americano. A decisão ocorre em meio a críticas sobre o plano apresentado por Trump.
Desligamento e caminhos futuros
A publicação aponta que Blair pode atuar em outra função, mas não na diretoria, conforme fontes próximas ao caso. Um aliado citado pelo FT afirmou que Blair poderia assumir uma função menos central, mantendo apoio entre EUA e aliados locais. Ainda não houve comentário oficial do entorno de Blair.
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