A líder opositora venezuelana María Corina Machado relatou momentos de fuga secreta da Venezuela. Em entrevista a oito veículos internacionais, entre eles o jornal EL PAÍS, ela falou sobre horas de risco à vida vividas durante a saída do país.
A entrevista ocorreu no Grand Hotel de Oslo, menos de 48 horas após sua chegada à capital norueguesa. Machado descreveu as circunstâncias como duras e marcadas pela improvisação diante de perigos reais.
Segundo a dirigente, o movimento oposicionista está em um ponto decisivo e em ritmo acelerado. Ela afirmou que está pronta para liderar a transição democrática na Venezuela, destacando que o tempo favorece a oposição frente ao governo de Maduro.
Machado criticou a atuação do governo espanhol sob a liderança de Pedro Sánchez, afirmando que as ações até o momento não foram suficientes para enfrentar a crise venezuelana. Ela ressaltou que a história fará uma avaliação sobre o tema.
A líder oposicionista mantém o foco na construção de apoio internacional para a transição democrática. Ela reiterou que a oposição venezuelana precisa de apoio externo enquanto trabalha para uma saída institucional ao impasse político.
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