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Lula lamenta atentado na Austrália e condena ataques a inocentes

Ataque em Sydney, no início do Hanukkah, deixa quinze mortos e quarenta e dois feridos; suspeitos são pai e filho, homem que desarmou o atirador está estável no hospital

1 de 2 Lula dá entrevista a TV — Foto: Reprodução
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O ataque terrorista em Sydney, ocorrido neste domingo durante a celebração de Hanukkah, deixou ao menos 15 mortos e 42 feridos. A ação aconteceu na costa de Bondi, com tiroteios que interromperam o festival e abalaram a comunidade local.

Segundo autoridades, os suspeitos seriam pai e filho, ainda sem identidades divulgadas. O pai foi morto pela polícia, o filho capturado, esteve sob custódia após receber atendimento médico. A motivação parece ter sido um ataque à comunidade judaica.

VÍTIMAS E ENVOLVIDOS

Entre as vítimas estão pessoas de 10 a 87 anos; a mais jovem faleceu no hospital. O rabino Eli Schlanger, de 41 anos, está entre os mortos. Um israelense também perdeu a vida no ataque; um colaborador do Jerusalem Post ficou ferido.

Contexto e desdobramentos

O atacante desarmado por um civil foi atingido e levado ao hospital, onde permanece estável. O homem que o imobilizou, de 43 anos, é vendedor de frutas; a testemunha foi ferida com dois tiros, mas passa bem. O premiê de NSW ressaltou que o ataque visou a comunidade judaica no dia inaugural de Hanukkah.

REPERcussões e posicionamentos

O presidente Lula lamentou o episódio, defendendo tolerância religiosa e solidariedade às vítimas. O Itamaraty informou que ainda não há registro de brasileiros atingidos. Autoridades australianas continuam investigando os motivos e a identidade dos agressores.

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