Venezuela informou ter liberado 99 pessoas detidas por participação em protestos após a eleição de 2024. O governo descreveu a ação como resultado de seu “respeito irrestrito aos direitos humanos” diante de suposta agressão dos EUA.
A medida é apresentada como a maior libertação de prisioneiros políticos deste ano. Organizações da sociedade civil contestam o alcance e apontam que centenas de presos, estimados entre 900 e 1.000, seguem detidos.
Contexto internacional
O governo venezuelano acusa uma ofensiva imperialista e diz enfrentar um cerco multilateral. Nos últimos meses, o país afirma ter aumentado a pressão externa, com operações que envolvem sanções, interceptação de navios e ações militares anunciadas de fora.
O que diz a oposição e a sociedade civil
Relatos de grupos de direitos humanos indicam que as liberações são discricionárias e limitadas. Segundo a ONG Justiça, Encuentro y Perdón, muitos liberados devem cumprir medidas cautelares, como comunicação com a Justiça e proibições de viagem.
Sobre os detidos e verificação
Autoridades não confirmaram se figuras de maior destaque ficaram entre os liberados. Informações da sociedade civil sugerem que a lista pode ter incluído também jovens, mas não há confirmação independente unificada até o momento.
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