O ex-embaixador dos EUA na Ucrânia, Steven Pifer, afirmou a ABC News que a relação entre Donald Trump e Vladimir Putin pode ter influenciado discussões sobre um possível acordo de paz entre Rússia, Ucrânia e aliados. A entrevista aborda a dinâmica entre os dois líderes e os obstáculos nas negociações.
Segundo a reportagem, EUA, Europa e Ucrânia buscavam um acordo de paz que, até então, parecia de difícil alcance para Moscou. Pifer descreve como a percepção de garantias de segurança e de incentivos políticos moldava as propostas em solo europeu.
A publicação aponta que Trump, segundo Pifer, estaria incentivando Putin a adotar uma postura que poderia favorecer negociações, dependendo de como fossem estruturadas as condições de retirada e de garantias de segurança para a Ucrânia.
A análise também ressalta o atraso de Moscou em demonstrar disposição para um acordo. O ex-embaixador afirma que o ritmo das conversas variava conforme sinais de compromisso polêmicos, como uso de sanções, cessar-fogo e status de regiões separatistas.
O material indica ainda que, ao longo da observação, autoridades americanas e europeias monitoravam de perto as falas de Trump e as possíveis mensagens aos parceiros de Kyiv, sem confirmar impactos diretos sobre negociações em andamento.
Indícios apontam que a dinâmica entre Trump, Putin e eventuais avanços depende de fatores complexos, incluindo garantias de segurança, cronogramas de retirada e condições políticas internas dos países envolvidos.
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